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Quem inventou o cimento?

Os romanos antigos desenvolveram um material ligante chamado "caementum", que era uma mistura de cal, criada pelos egípcios, com pozolana, uma cinza vulcânica do Monte Vesúvio, que fica na região de Pozzuoli. Esta técnica foi esquecida na Idade Média, só voltando a ser reexperimentada no século XVIII. O cimento feito de cinzas é conhecido até hoje como cimento pozolânico.

O cimento, muito semelhante ao que conhecemos hoje, foi cientificamente desenvolvido pelo químico britânico Joseph Aspdin, de Leeds, que batizou o material com o nome de cimento portland, devido à semelhança de sua cor e de outras características com a de um tipo de pedra encontrada na Ilha de Portland, na Inglaterra, utilizada para construção. A patente do cimento portland foi requerida por Aspdin em 1824 e outorgada pelo Rei George IV. O cimento atual é uma combinação química de cálcio, sílica, ferro e alumínio, que passa por complexos processos industriais. Sua receita básica é praticamente a mesma desde os tempos de Aspdin, apesar de haverem diferenças devidas às modernizações do processo e das matérias primas utilizadas. A denominação cimento portland é genericamente utilizada até hoje, e não representa nenhuma marca comercial.

O material, quando combinado com areia, pedra britada e água, depois de um processo de cura, no qual endurece, também é chamado de pedra artificial, nosso conhecido concreto, ou betão, como é denominado em Portugal. O concreto, quando reforçado internamente com barras de aço, é chamado de concreto armado, o principal material na execução de estruturas de edificações.


Vai pintar o imóvel?

Veja qual tinta escolher para economizar energia.

Utilizar tintas que absorvem menos calor significa economia, muito importante no uso do ar-condicionado e, conseqüentemente, no consumo de energia. 

A Engenheira Civil Kelen Dornelles levantou como uma das questões em seu trabalho de pós-graduação na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) a relação entre escolha da tinta e desconto no bolso de consumidor. Ela afirma que o impacto do desconto na conta de energia no final do mês realmente é grande, caso o consumidor escolha a cor correta.

Análise das cores Em países como o Brasil, de clima tropical, com dias muito quentes, a engenheira aconselha a utilização do branco e de cores próximas a essa tonalidade, como marfim e pérola, nas pinturas das fachadas e da parte externa da construção. As cores preta, cinza-escuro e azul-escuro não são recomendadas para as pessoas que se preocupam com economia. Elas concentram mais o calor, principalmente a cor preta que possui, em média, 98% de capacidade de absorver a radiação solar incidente.

As pessoas costumam somente relacionar as cores claras com menor retenção de calor e as escuras como grandes atrativas do sol. Mas a engenheira não concorda com a simplicidade da análise, conferindo igual importância ao acabamento, já que as tintas de acabamento semi-brilho absorvem mais calor que o fosco, comparando-se tintas de mesma cor. Esse resultado contradiz a idéia consensual que, quanto mais brilhante uma superfície, mais ela seria capaz de refletir.


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